Tens
em tua alma morena
o ar da menina do campo.
A voz marcante como a tua chegada,
que pára o tempo
à tua volta.
Olhos intensamente brilhantes,
pulsantes,
como a caudalosa castanhez
do leito de um riacho doce.
Doce como teus gestos,
insinuantes na leve dança
vívido,
uníssono,
na essência
do teu existir.
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